Aeroportos da Região recordistas com mais de 5 milhões
Os aeroportos da Madeira e do Porto Santo registaram em 2024, pela primeira vez desde as respetivas inaugurações (1960 e 1964, respetivamente) o movimento de aeronaves fixou-se nos 34 547, enquanto o número de passageiros rondou os 5,1 milhões, representando variações de +1,4% e +4,6%, pela mesma ordem.
Em 2024, cada aeronave (considerando-se conjuntamente as que aterraram e descolaram) transportou, em média, cerca de 151 passageiros (147 em 2023) no aeroporto da Madeira, enquanto no do Porto Santo aquele valor atingiu os 90 passageiros (87 em 2023).
No ano anterior, o movimento de passageiros nos aeroportos da RAM aumentou 7,1% no tráfego internacional (2,7 milhões) e 1,8% no segmento doméstico (2,3 milhões).
No aeroporto da Madeira, o tráfego internacional (55,2%) predominou face ao doméstico (44,8% do total). No Aeroporto do Porto Santo houve uma preponderância do tráfego doméstico (78,8% do total), mas com maior desproporção comparativamente a 2023 (77,4% do total).
No ano em referência, os voos regulares nos aeroportos da RAM representaram 92,1% do total de aeronaves movimentadas e 94,2% dos passageiros (91,8% e 93,5% em 2023, respetivamente).
Em 2024, a ocupação das aeronaves movimentadas nos aeroportos da RAM rondou os 86,6%, com o aeroporto da Madeira a atingir os 87,1% e o Porto Santo os 78,4%. No ano passado, as taxas de ocupação foram inferiores no conjunto dos dois aeroportos regionais (84,4%), no aeroporto da Madeira (85,0%) e no Porto Santo (74,5%).
Os passageiros embarcados e desembarcados nos aeroportos da RAM (sem considerar os passageiros em trânsito) ascenderam a 5,0 milhões, em 2024, uma metade correspondente ao tráfego exclusivamente entre aeroportos localizados em território nacional, que inclui as ligações interiores e domésticas (46,5% do total no seu conjunto) e outra ao internacional (53,5%). No âmbito deste último, o Reino Unido foi o principal país de origem e de destino dos voos internacionais dos aeroportos da RAM (28,7%), seguido da Alemanha (21,2%) e da França (8,7%).


Sem comentários